A gestão Ricardo Nunes (MDB) inseriu em um projeto que cria bonificações para a GCM (Guarda Civil Metropolitana) um dispositivo que estabeleceria um penduricalho para reembolsar procuradores do município por gastos com assistência à saúde.
O “jabuti”, no entanto, não prosperou. Vereadores, incluindo alguns da base do prefeito, demonstraram rejeição ao trecho, que não tinha relação com o tema principal do projeto. O benefício aos procuradores foi retirado antes de o projeto ser aprovado pelo plenário da Câmara Municipal, nesta quarta-feira (27).
Ao Painel a gestão defendeu que a medida não traria impacto aos cofres públicos, porque os gastos com saúde dos servidores seriam pagos por um fundo da própria PGM (Procuradoria-Geral do Município).
“Os recursos desse fundo são provenientes de honorários gerados pelas ações vitoriosas da procuradoria e devidos aos advogados públicos por determinação legal, assim como acontece com qualquer outro advogado público ou privado”, diz nota enviada pela Secretaria de Comunicação.
A prefeitura não respondeu qual a estimativa do impacto financeiro caso a medida fosse aprovada.
Sem o jabuti, a proposta de Nunes para bonificar com R$ 1.000 integrantes da GCM que recuperarem motos com restrição por furto, roubo ou adulteração de sinal identificador foi adiante nesta quarta (28).
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Fonte: Folha de São Paulo