O governo Lula defende que a presidência da CPMI do INSS fique com o maior bloco partidário no Senado, hoje formado por MDB, União, Podemos e PSDB, com 25 membros.
O argumento é de que essa previsão é regimental, embora também haja diversos precedentes em que a regra não foi seguida no passado.
A ideia é indicar um representante moderado do centrão para o posto, barrando a possibilidade de que seja um bolsonarista. Entre os autores do requerimento da comissão está Damares Alves (Republicanos-DF).
Já a relatoria ficaria com a Câmara dos Deputados, podendo caber a um representante da esquerda não-petista. A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) vem sendo mencionada, mas seu nome desagrada ao Palácio do Planalto, pela conhecida independência da parlamentar.
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Fonte: Folha de São Paulo