Uma das distribuidoras de combustíveis citadas na Operação Carbono Oculto, a Stock, de Guarulhos (SP), buscou no segundo semestre do ano passado dois financiamentos junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), totalizando R$ 780 milhões.
Os pedidos, um de R$ 400 milhões e outro de R$ 380 milhões, foram negados pela área de compliance do banco, no entanto. Nenhuma das empresas atingidas pela operação obteve recursos do banco de fomento estatal.
O BNDES diz que o compliance identificou restrições no cadastro e problemas reputacionais relacionados à empresa e a seus controladores.
Segundo a decisão judicial que embasou a operação, a Stock seria uma empresa ligada aos negócios de Mohamad Mourad, apontado como um dos cabeças do esquema de lavagem do PCC (Primeiro Comando da Capital).
“Esta distribuidora [Stock] está indiretamente conectada à Petro World, que por sua vez tem potenciais conexões com o grupo Mohamad”, diz a decisão judicial.
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Fonte: Folha de São Paulo